Américo Sampaio

Morador de Cidade Tiradentes vive 25 anos a menos em SP

Regiane Soares, do Agora

Vinte cinco anos de vida separam moradores de Alto de Pinheiros (zona oeste) e de Cidade Tiradentes (zona leste).

No distrito do extremo leste da capital, a expectativa média de vida é de 53,85 anos, contra 79,67 anos no bairro rico da região oeste.

Os números fazem parte do Mapa da Desigualdade 2016, elaborado pela Rede Nossa São Paulo, que traz dados dos 96 distritos da capital sobre diversas áreas, como saúde, educação, cultura e transporte.

Como é viver no lugar onde se morre mais cedo, na média, em São Paulo?

Gabriela Fujita, do UOL

Em Cidade Tiradentes, a idade média ao morrer é de 53,85 anos, a mais baixa no Mapa da Desigualdade 2016, uma compilação de dados oficiais organizada pela ONG Rede Nossa São Paulo. Para efeito de comparação, nesse quesito, o lugar com média mais alta na capital é o bairro de Alto de Pinheiros (zona oeste, a 70 km do centro), onde a expectativa de vida chega a 79,67 anos de vida.

O futuro Programa de Metas de São Paulo e seus desafios

Para elaborar a primeira versão do Programa, a gestão municipal precisará observar as promessas feitas na campanha eleitoral e que estão contidas no Programa de Governo de Doria. Contudo, existem outros aspectos que também precisam ser analisados

Por Américo Sampaio, da Rede Nossa São Paulo - publicado no portal Nexo 

Raio X da futura Câmara Municipal de São Paulo

Análise sobre os resultados da eleição para vereadores da cidade e a nova composição da Casa para o período 2017 - 2020

Por Américo Sampaio – pesquisador da Rede Nossa São Paulo 

Análise - Alta na participação feminina e de jovens é saldo positivo

Resta saber se, do ponto de vista da atuação parlamentar, isso bancará avanços sociais ou não.

Américo Sampaio - O Estado de S. Paulo

O pleito de 2016 traz algumas novidades à Câmara Municipal. Com relação à cor e à raça, o próximo mandato ainda terá uma composição desproporcionalmente branca. No entanto, tivemos um avanço com relação à representatividade feminina. O Legislativo terá 11 vereadoras a partir de 2017, contra seis eleitas em 2012. E ficará mais jovem, já que mais de 15%, ou nove parlamentares eleitos, têm menos de 40 anos.