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Respirar ar de SP por 2 horas no trânsito é igual a fumar um cigarro

Trabalho inédito da USP mede a quantidade de carbono acumulada no pulmão de mortos na capital paulista

Giovana Girardi, O Estado de S.Paulo

Respirar o ar de São Paulo por duas horas no trânsito é o mesmo que fumar um cigarro. Ao longo de 30 anos na capital, o pulmão dessa pessoa pode ficar igual ao de um fumante leve (que consome menos de dez cigarros por dia).

Falta de chuvas derruba a qualidade do ar em São Paulo

Calor e carros aumentam nível de ozônio, poluente que traz mais preocupação; gás agride vias aéreas e pulmões

Folha de S. Paulo

Na manhã de segunda-feira (18), uma faixa de poluição podia ser vista sobre a cidade de São Paulo, que passa por período de calor e seca.

Nível de poluição do ar está acima do ideal em São Paulo e no Rio

Por Marcelo Leite

As regiões metropolitanas do Brasil, como as de São Paulo e Rio de Janeiro, estão longe de respeitar os níveis de qualidade do ar recomendados pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Entre os poluentes que mais prejudicam a saúde, quase todas as estações medidoras passam dos limites.

Qualidade do ar é pior na região de Congonhas

Em períodos secos do ano, o fenômeno é mais comum. A tosse das crianças e dos idosos denuncia.

São as partículas finas, aqueles grãos de poeira invisíveis que penetram até o pulmão e maltratam a saúde das pessoas.

Em São Paulo, quem mora no Planalto Paulista, na zona sul, perto do aeroporto de Congonhas, tem chances maiores de ser afetado. A região é a única do Estado com poluição de partículas finas acima do limite no ano de 2013, segundo a Cetesb, agência ambiental estadual.

Em São Paulo, poluição do ar é 2 vezes pior do que o aceitável

Os índices de poluição na cidade de São Paulo são duas vezes superiores ao teto aceitável, divulgou na quarta-feira, 7 de maio, a Organização Mundial de Saúde (OMS). Os dados integram um levantamento que analisa a situação de 1,6 mil cidades.

O estudo se concentra na avaliação do material particulado fino (MP 2,5), com o maior potencial de afetar diretamente os pulmões. Para a entidade, uma cidade apenas pode considerar que tem ar limpo se apresenta uma média de no máximo 10 microgramas de MP 2,5 por metro cúbico.