Fernando Haddad

Reprovação de Doria triplica em 1 ano, atinge 39% e já é igual à de Haddad

FOLHA DE S. PAULO

Há quase um ano no cargo e hoje considerado carta fora do baralho da próxima eleição presidencial, o prefeito João Doria (PSDB) viu sua reprovação crescer e atingir o mesmo nível de seu antecessor, o petista Fernando Haddad.

Segundo pesquisa Datafolha realizada de terça (28) a quinta (30) da semana passada, 39% dos moradores de São Paulo consideram a gestão tucana ruim ou péssima –exatamente o mesmo índice de desaprovação de Haddad ao final de seu primeiro ano no comando da cidade, em 2013.

Doria reduz em R$ 4,5 bi previsão de investimentos neste ano

Prefeitura culpa custo da máquina e crise; o volume – cerca de R$ 1 bi – será o menor montante em dez anos

Bruno Ribeiro e Renée Pereira, O Estado de S.Paulo

A Prefeitura de São Paulo tem recursos para investir só 18% dos R$ 5,5 bilhões previstos para este ano no orçamento da cidade, segundo projeções da Secretaria Municipal da Fazenda. O volume – cerca de R$ 1 bilhão – será o menor montante de investimentos dos últimos dez anos, em valores nominais (não corrigidos pela inflação). Até julho, R$ 410 milhões já foram gastos em obras e projetos.

Arrecadação com multas de trânsito aumenta 56%

Com João Doria no poder, prefeitura tem receita de R$ 159,2 mi com infrações em março, ante R$ 97,4 mi no mesmo mês de 2016

Jornal Destak São Paulo 

Na gestão de João Doria (PSDB), a prefeitura aumentou em 56,2% a arrecadação real com multas de trânsito em março na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando Fernando Haddad (PT) estava no poder.

O montante arrecadado com o pagamento de infrações no terceiro mês deste ano chegou a R$ 159,2 milhões, ante R$ 97,4 milhões em março de 2016.

Doria revoga regra de Haddad e inicia retirada de 'minifavelas' das ruas de SP

JULIANA GRAGNANI - FOLHA DE S. PAULO

Após mudar regra editada no ano passado pelo então prefeito Fernando Haddad (PT), a gestão João Doria (PSDB) começou a retirar as "favelinhas" espalhadas por ruas e calçadas de São Paulo.

O decreto de Haddad foi editado às pressas, quando o prefeito sofria um desgaste tanto pelo recolhimento de cobertores e colchões, como por mortes de moradores de rua em meio ao inverno rigoroso.

Sem verba, hospitais inacabados de Haddad viram 'obra fantasma'

GIBA BERGAMIM JR. - FOLHA DE S. PAULO

O cartaz do canteiro de obras avisa: "estamos trabalhando há 408 dias sem acidentes". Mas basta uma olhada pelo vão de um portão fechado com cadeado para identificar que não há operários nem ruído de máquinas ali, apenas um "esqueleto" de concreto abandonado.

Já a placa na entrada do empreendimento anuncia que a entrega aos moradores do Hospital Municipal de Vila Brasilândia, na zona norte, seria no último dia 11.

Prefeitura encaminha novo Plano Municipal de Habitação à Câmara Municipal

Documento está estruturado em três linhas programáticas e deve nortear política habitacional de São Paulo pelos próximos 16 anos, com revisões quadrienais de metas e projeções com ampliação da participação social

De Secretaria Executiva de Comunicação

Com metas atrasadas, CEUs de Haddad têm obras lentas ou paradas

FÁBIO PESCARINI, DO "AGORA"

As placas instaladas em 2015, às vésperas de ano eleitoral, estão lá até hoje, prevendo a entrega de unidades do CEU (Centro Educacional Unificado) neste mês de dezembro. Mas a população ficou apenas com a promessa. De 22 unidades previstas no plano de metas, só uma foi entregue pela gestão Fernando Haddad (PT), 14 estão em obras e sete nem saíram do papel.

Haddad busca viabilizar Arco do Futuro, afetando 6% da capital

Prefeito vai encaminhar ainda nesta semana um projeto de lei à Câmara que propõe a reformulação completa de 60 milhões de metros quadrados

Edison Veiga, Adriana Ferraz e Bruno Ribeiro, O Estado de S. Paulo

Doria assumirá prefeitura no auge das chuvas e seguirá cartilha de Haddad

FABRÍCIO LOBEL E THIAGO AMÂNCIO - FOLHA DE S. PAULO

Em janeiro, quando sentar na cadeira de prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB) assumirá o controle da cidade no auge da temporada de chuvas. Minimizar alagamentos, queda de árvores e quebra de semáforos será o primeiro teste de fogo da futura gestão.

Contudo, no meio de todo esse aguaceiro, os paulistanos não sentirão mudanças bruscas no método de prevenção e nas respostas da prefeitura a esses potenciais danos.