IPTU

Doria turbina caixa da prefeitura com ação reforçada na malha fina do IPTU

GIBA BERGAMIM JR. - FOLHA DE S. PAULO

Síndico de um condomínio na Vila Sônia, na zona sul, o administrador José Ronaldo Menezes, 51, levou um susto ao receber cinco carnês de IPTU de uma só vez em agosto passado. As novas cobranças, que vencem nos próximos dias e beiram os R$ 3.700, apareceram após ele ter quitado o tributo devido de 2017.

Postulante ao Planalto, Doria congela IPTU de SP no ano eleitoral de 2018

Mesmo com restrições orçamentárias e com a revisão de valores prevista pela legislação, a gestão João Doria (PSDB) decidiu manter a base de cobrança do IPTU congelada no ano eleitoral de 2018.

O tucano só aplicará a atualização anual do imposto pela inflação –em torno de 3%, segundo a prefeitura–, prevista automaticamente no Orçamento e que independe de aval específico da Câmara.

A decisão, que poupa Doria de forte desgaste enfrentado por prefeitos anteriores, foi anunciada nesta terça (12).

Doria desiste de corrigir valor venal de imóveis e anuncia alta de 3% no IPTU

Aumento é pelo porcentual da inflação acumulada e valerá para o ano que vem, após aprovação na Câmara Municipal.

Após estudar um reajuste médio de 43% na Planta Genérica de Valores (PGV) da cidade de São Paulo já para o ano que vem, a gestão João Doria (PSDB) desistiu de corrigir as tabelas e anunciou nesta terça-feira, 12, na Prefeitura, um aumento linear de 3% no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para o ano que vem. O reajuste é a correção da inflação. 

Doria quer rever valor venal de imóveis em 43%

Gestão também quer IPTU com alíquota variável; novas tabelas põem o valor venal próximo de 70% do de mercado – hoje fica em torno de 50%.

A gestão do prefeito João Doria (PSDB) pretende aumentar em 43%, em média, o valor venal dos imóveis da cidade de São Paulo e vai enviar até outubro à Câmara Municipal projeto de lei criando novas alíquotas do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Hoje, a cobrança do IPTU é fixada em 1% do valor venal. A tendência é que bairros nobres tenham maior reajuste do que as regiões periféricas.

Com desvalorização de imóveis, Doria deve manter IPTU sem alta em 2018

ARTUR RODRIGUES E GIBA BERGAMIM JR. - FOLHA DE S. PAULO

Após dois mandatos com aumentos de IPTU (imposto sobre imóveis) acima da inflação, a gestão João Doria (PSDB) deve ser beneficiada pela retração do mercado imobiliário e anunciar no final deste ano um reajuste do tributo que não deve ultrapassar a correção inflacionária.

A expectativa é da própria administração, que, por lei, deverá mandar para a Câmara Municipal até outubro a nova Planta Genérica de Valores (PGV), que é a base de cálculo para a cobrança do imposto, com os valores de reajustes previstos para 2018.

Isenção de IPTU a templos custa 22 creches por ano em São Paulo

ANDRÉ MONTEIRO E ARTUR RODRIGUES - FOLHA DE S. PAULO

A Prefeitura de São Paulo deixa de arrecadar com o IPTU de templos religiosos –todos beneficiários de imunidade tributária– cerca de R$ 110 milhões por ano. Esse montante, calculado pela Folha a partir do cadastro de imóveis, seria suficiente para construir um hospital ou 22 creches. A prefeitura recolhe cerca de R$ 6,5 bilhões com o imposto.

Haddad propõe desconto no IPTU para prédios sustentáveis

Prédios que usam energia solar, reutilizam água e possuem teto coberto por vegetação poderão ter desconto de até 12% no IPTU, imposto sobre imóveis, na cidade de São Paulo.

A informação foi confirmada nesta quarta-feira (14) pelo prefeito Fernando Haddad (PT), em visita a obras de conjuntos habitacionais no bairro Vila Santa Catarina, zona sul da capital paulista.

"Quem pensa a longo prazo vai estar fazendo um favor para o meio ambiente e vai ter um desconto no IPTU", disse o prefeito. "Nós vamos estimular as empresas a fazerem prédios verdes na cidade de São Paulo."

Câmara aprova redução do reajuste do IPTU de 2015 em São Paulo

Por GIBA BERGAMIM JR. - da Folha de S. Paulo

A Câmara de São Paulo aprovou, com 37 votos favoráveis e sete contrários, um projeto que reduz o reajuste do IPTU para 2015. Os limites máximos de aumento, que seriam de até 30% para comerciais e até 15% para residenciais, foram reduzidos para 15% e 10%, respectivamente.

O texto aprovado é de autoria do prefeito Fernando Haddad (PT) e foi enviado no fim da tarde desta quinta-feira (18) à Câmara, pegando de surpresa até mesmo os vereadores. O projeto agora segue para a sanção do prefeito.