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Febre amarela deu sinais, e erros em série antecederam avanço da doença

ANGELA PINHO E CLÁUDIA COLLUCCI - FOLHA DE S. PAULO

A sucessão de casos de febre amarela expôs a críticas a agilidade e a eficácia da reação do país ao vírus. Entre os erros apontados por especialistas estão problemas de planejamento, tímida vigilância da cobertura vacinal e falta de senso de urgência diante de evidências de que o vírus se aproximava da região mais populosa do Brasil.

Acidentes com mortes nas marginais contrariam discurso da gestão Doria

FABRÍCIO LOBEL - FOLHA DE S. PAULO

Uma adolescente no banco traseiro do carro da mãe. Uma enfermeira a caminho do hospital. Um agente de trânsito da CET após um dia de trabalho. Um motociclista a bordo de sua Harley Davidson e formado na faculdade uma semana antes.

Marcela, 14, Daiane, 33, Ubirajara, 50, e Maurício, 39, são apenas 4 dos 27 mortos neste ano em acidentes nas marginais Tietê e Pinheiros. 

Mortes de ciclistas crescem 55% em São Paulo em 2017

Foram 31 óbitos até outubro, mais que os 20 registrados no mesmo período do ano passado.

Por G1 SP

O número de ciclistas mortos na cidade de São Paulo cresceu 55% entre janeiro e outubro deste ano em comparação com o mesmo período de 2016. Foram 31 mortes, ante 20 no ano passado, segundo dados do Infosiga, iniciativa do governo de São Paulo que monitora e estuda as mortes no trânsito.

Já em setembro deste ano, a marca de 25 mortes computadas em todo o ano de 2016 foi superada.

CET registra 20 mortes nas marginais entre janeiro e agosto de 2017

FOLHA DE S. PAULO

Novo relatório da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), vinculado à gestão João Doria (PSDB) na Prefeitura de São Paulo, aponta que entre janeiro e agosto de 2017 foram registradas 20 mortes nas pistas das marginais Tietê e Pinheiros.

No mesmo período do ano passado, as mesmas vias registraram 19 mortes. O relatório, segundo a CET mantem a mesma metodologia para contagem de mortes desde 1979.

Reduzir tragédia do trânsito deveria ser projeto do Brasil, diz especialista

FABRÍCIO LOBEL - FOLHA DE S. PAULO

A redução das mortes no trânsito do Brasil –que teve mais de 38 mil casos em 2015– deve ser assunto prioritário de Estado, acima de partidos ou mandatos políticos.

"O Brasil tem problemas, ok. Mas poucos problemas custam 38 mil mortes ao ano. Creio que reduzir essa tragédia seja um projeto de país. Não um projeto de direita ou de esquerda", diz Pere Navarro, especialista espanhol em segurança de trânsito.

Mortes em acidentes de trânsito sobem 10% em julho em SP

Capital teve 70 incidentes, ante 66 em julho do ano passado. No Estado, número de vítimas também aumentou, de 516 para 563. Já o número de acidentes com vítima caiu

O Estado de S.Paulo 

O número de mortes no trânsito subiu na cidade e no Estado de São Paulo no mês de julho. Dados divulgados na sexta-feira, 18, pela plataforma Infosiga, do governo do Estado, apontam que houve 70 mortes na capital neste mês, quatro a mais do que em julho do ano passado. Já no Estado, o número total de mortes foi 563, ante 516 no mesmo período em 2016.