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Sabesp quer mudar cobrança de água em São Paulo

Ideia é aliviar custo para famílias de baixa renda e setor público, além de acabar com a taxa separada para esgoto

Circe Bonatelli, O Estado de S.Paulo

O presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado (Sabesp), Jerson Kelman, afirmou nesta quinta-feira, 29, que a companhia pretende enviar, até o fim do ano, proposta que mudará a cobrança de água em São Paulo. O objetivo é que as mudanças entrem em vigor até abril, prazo final da revisão tarifária. Entre as propostas está criar taxas sazonais, que atingiriam o litoral no réveillon, por exemplo.

Sabesp estuda administrar o destino do lixo na Grande São Paulo

FABRÍCIO LOBEL, DE SÃO PAULO, E EDUARDO SCOLESE, EDITOR DE "COTIDIANO" - FOLHA DE S. PAULO

Empresa de água e esgoto do governo paulista, a Sabesp estuda agora ampliar sua área de atuação e começar a tratar também da destinação de lixo na Grande São Paulo.

Com lucro recorde, Sabesp vê fim de crise e aumento de vazamentos

FABRÍCIO LOBEL - FOLHA DE S. PAULO

A Sabesp, companhia de água e saneamento ligada ao governo Geraldo Alckmin (PSDB), obteve lucro recorde de R$ 2,9 bilhões em 2016. Para a empresa, o número é um marco no fim da crise hídrica e financeira que a empresa sofreu em 2014 e 2015.

A divulgação desse balanço, porém, trouxe ainda dados preocupantes sobre o aumento do desperdício de água nos encanamentos da empresa e o atraso no avanço do esgoto no Estado.

Em bairros mais distantes de São Paulo, torneiras ainda secam à noite

FABRÍCIO LOBEL - FOLHA DE S. PAULO

Baldes cheios de água pela casa e torneiras secas à noite são cenas que, com o fim da crise hídrica em São Paulo, podem estar apenas na memória da maioria dos paulistas. Em alguns bairros da Grande São Paulo, no entanto, a rotina da estiagem e racionamento continua até hoje.

Sistema Cantareira volta a nível anterior a crise da água

FABRÍCIO LOBEL - FOLHA DE S. PAULO

Maior reservatório de água da Grande SP, o sistema Cantareira atingiu uma marca simbólica com a ajuda das intensas chuvas de janeiro: as represas do manancial têm agora volume semelhante ao do período que antecedeu a grave crise que atingiu o Estado nos anos de 2014 e 2015.

Na manhã desta terça (31), o sistema operava com 69,1% de sua capacidade, o que representa 878 bilhões de litros e inclui tanto o volume disponível neste momento para captação como também as duas cotas de reserva conhecidas como volume morto.

Desperdício de água chega a 31,4% em SP e já supera os anos pré-crise hídrica

De acordo com dados da Sabesp, entre janeiro e setembro foi perdido o equivalente a quatro represas do Guarapiranga com vazamentos na rede e fraudes

Fabio Leite, O Estado de S. Paulo

Menos de um ano após o término declarado da crise hídrica paulista, o desperdício de água tratada registrado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) voltou a crescer. E já supera os índices de perdas medidos antes do início da seca histórica e do racionamento ocorridos entre 2014 e 2015. 

Voluntários vigiam a qualidade da água dos rios de São Paulo

Ao todo, 125 grupos de observadores de rios, sob orientação da SOS Mata Atlântica, atuam em 9o corpos d’água que formam as bacias do Alto e Médio Tietê.

Por Giovana Girardi - O Estado de S. Paulo

Lucro da Sabesp dobra com fim de bônus na conta

A empresa teve ganhos de R$ 1,4 bilhão entre janeiro e junho, 117% a mais do que no primeiro semestre de 2015, auge da crise hídrica

Fabio Leite, O Estado de S. Paulo

O lucro líquido da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) mais do que dobrou no primeiro semestre deste ano, quando a estatal extinguiu o programa de descontos e a sobretaxa na conta para estimular a economia de água na região metropolitana por causa da crise hídrica.